Inteligência Afetiva: exercite a sua!

Aprender a expressar a sua afetividade pode fazer toda a diferença em sua vida. Seja no ambiente de trabalho, em sua casa ou no seu relacionamento íntimo, o afeto é a chave para entrar no mundo, no coração e nas boas intenções de uma pessoa.

Todos nós estamos fartos de carrancas, mau-humor e pessoas que não sabem se comportar de maneira sociável. Portanto, cada vez mais, sobressaem-se aqueles que reconhecem a importância de um sorriso, uma dose extra de paciência, um carinho gratuito e desinteressado, enfim, aqueles que sabem levar a vida com leveza tornando o ambiente mais agradável à sua volta.

É claro que, vezes ou outras, temos problemas, preocupações e nem sempre nos sentimos dispostos a exercitar nossa afetividade. Entretanto, até mesmo nesses momentos, caso sejamos realmente pessoas amorosas, encontraremos um ombro amigo e o apoio do qual tanto necessitamos de maneira muito mais rápida, eficiente e sincera.

Pouco importa o papel que você desempenha; pouco importa onde você esteja. Pouco importa se você é chefe, subordinado, profissional liberal, casado, solteiro, pai, mãe, filho ou esteja numa festa, em casa, no trabalho ou na rua, a esmo. O que realmente vai fazer a diferença crucial é a maneira como você enxerga a vida e as pessoas, é o modo – carinhoso ou indiferente – com que você trata cada uma que fizer parte daquele momento vivido.

Baseado nisso foi criado o conceito de Inteligência Afetiva. É uma qualidade nata, o ser humano é um ser afetuoso, em busca de amor. Necessitamos do outro para nos sentirmos presentes, atuantes, vivos. No entanto, deixamo-nos anestesiar pela rotina e pelo medo de não sermos aceitos. Assim, perdemos essa capacidade de expressar nossos sentimentos mais brandos e profundos, simplesmente para nos sentirmos seguros e protegidos.

Relacionar-se sempre bem com as pessoas faz com que sua vida ganhe um novo sentido, um novo valor. E, sobretudo, é o afeto que você sente e demonstra que lhe conduzirá às melhores oportunidades para o seu sucesso e a sua felicidade.

Por Rosana Braga

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